ESCOLA DE IMAGEM, a maior escola de fotografia da América Latina. Curso Completo, workshops de fotografia, iluminação e estudio no Rio de Janeiro

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  • Projeto de fotografia autoral do professor Felipe Temponi

    13.03.2015 - Autor: Marketing

    @suavidaquetedei é um projeto de fotografia autoral do professor Felipe Temponi. As fotografias são reais, mas os personagens são imaginários. Todas as histórias são frutos da criatividade do fotógrafo!
    Confira algumas das criações do fotógrafo:
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    “Seus livros eram como pequenos pedaços de afeto guardados na estante da sala. Memórias secretas em páginas fechadas, doces companhias versadas aos quatro cantos do mundo. Verdadeiros amores de capa dura. Conselheiros em contos, tramas e romances que tanto lhe emocionaram ao longo da vida. Personagens empoeirados de estórias inesquecíveis.
    Queria morar ali ao lado deles… dormir em um cantinho silencioso entre a poltrona e a escrivaninha e viver de palavras, versos e poesia.” Felipe Temponi em projeto @suavidaquetedei
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    “Existiu um momento em que eram só ele e um mundo inteiro de possibilidades. Porém, era imaturo demais ou insuficientemente seguro para conseguir enxergar além de seu limitado horizonte de fúteis necessidades.
    Hoje, carregado de consciência e maturidade, consegue visualizar muitos e excitantes caminhos inexplorados. Mas a vida lhe deu pesadas âncoras que o manterão à deriva, mesmo que nunca mais saia daquele lugar.
    Ancorado mundo.”  Felipe Temponi em projeto @suavidaquetedei
    Acompanhe o dia-a-dia do projeto e viaje nas criações!
    Crédito das Imagens: Felipe Temponi
  • Fotografia Digital: 5 dicas para fotografar com uma câmera digital

    13.03.2015 - Autor: Marketing

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    Se você é um fotógrafo amador ou então está pensando em iniciar uma carreira como profissional dessa área, certamente se preocupa com tudo o que está relacionado à fotografia digital, não é mesmo?

    Pensando nisso, nós elaboramos um post com 5 dicas para fotografar com uma câmera digital. Continue a leitura e aprenda como fazer as melhores fotos, sempre com muita qualidade e inovação!

    1. Utilize a regra dos terços

    A regra dos terços é extremamente necessária para as fotos mais elaboradas, principalmente ao fotografar paisagens ou produtos para utilização em peças publicitárias.

    Para aplicar a regra dos terços na sua foto, imagine o principal objeto de um cenário dividido em três partes (centro, esquerda e direita). Desse modo, você deve deixar o objeto principal em um dos cantos da tela e preencher o restante da imagem com elementos secundários.

    Na maior parte das câmeras digitais existe um recurso chamado grid que divide a tela automaticamente para a aplicação da regra dos terços.

    2. Tenha cuidado com o plano de fundo

    É necessário ter muita cautela ao escolher o local utilizado como o plano de fundo para uma fotografia. Isso porque um cenário com cores muito vibrantes ou com muitos elementos pode tirar a atenção do objeto principal.

    Se você estiver fotografando uma pessoa em uma paisagem natural, por exemplo, deve ter cuidado para que os elementos ao redor não ofusquem a pessoa que, nesse caso, é o objeto principal.

    3. Use o flash corretamente

    O flash é um excelente recurso para os fotógrafos.No entanto, ele deve ser usado com cuidado e moderação! É preciso avaliar cada situação para se certificar de que o flash é realmente necessário.

    No caso de você estar fotografando uma apresentação teatral ou show musical realizado à noite, por exemplo, não há a necessidade do uso de flash. As luzes do palco já são suficientes para uma boa foto!

    Além disso, o flash não pode ser usado apenas à noite ou em cenários escuros. É possível também utilizar o recurso para fotos tiradas durante o dia, como para o preenchimento de determinados detalhes, evitando a formação de sombra.

    4. Aprenda a configurar o ISO

    O ISO é um recurso já incorporado na grande maioria dos modelos de câmeras digitais e tem por objetivo controlar a quantidade de luz que entra nos sensores da máquina fotográfica e a velocidade do obturador.

    Esse mecanismo pode ser utilizado em situações em que o uso do flash não é permitido, como em exposições de obras de arte, por exemplo.

    É necessário aumentar o ISO ao fotografar elementos com pouca iluminação e baixá-lo quando o cenário é bastante iluminado. O ajuste pode ser feito de forma manual ou automática.

    5. Faça ajustes nas cores

    É comum que as câmeras digitais possuam uma função chamada White Balance, que faz com que o branco seja ajustado na fotografia, principalmente sobre as fontes de luz.

    As câmeras até podem fazer o ajuste de forma automática, mas recomenda-se fazê-lo na forma manual. Isso garante com que o branco tenha a tonalidade ideal.

    Gostou das nossas dicas de fotografia digital? Para aprender ainda mais você pode entrar em contato conosco e conhecer nosso curso de fotografia básica. São professores experientes e uma metodologia que garante o aprendizado do aluno!

  • Intimidade atravessada: DuSantos

    13.03.2015 - Autor: Marketing

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    Intimidade atravessada, 2013

    Costuma-se dizer que as mulheres são sempre muito complicadas, confusas e difíceis. De fato em alguns aspectos são realmente uma incógnita, mas em outros termos os homens é que não podem ser entendidos. Existe toda uma aura misteriosa que ronda a mulher, gestação, as bruscas mudanças hormonais, sexto sentido, são apenas alguns exemplos de características que tornam a mulher um ser tão enigmático. Será que é mais difícil captar das mulheres a sua real essência a partir de um retrato? Ainda não sei responder a essa questão, já que o próprio retrato ainda é um mistério a ser decifrado.

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    Talvez um dos únicos locais onde se pode encontrar os mistérios de uma pessoa seja seu quarto, nele guardamos nosso pertences mais íntimos, nossa personalidade mais fiel (apresentada na decoração), é onde nossos sonhos são construídos, apresentados e às vezes esquecidos. Nos nossos quartos podemos viver a realidade da qual somos feitos, sem medo de repreensão. Somos tudo que nosso quarto possui ao mesmo tempo que eles são exatamente quem somos.

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    Na fotografia, possivelmente, o retrato é a mais pessoal das formas de se mostrar um indivíduo. Muitos falam que deve existir uma grande confiança entre retratado e fotógrafo, para que assim seja possível captar e fixar toda a essência e as características mais intimas de quem está em frente às lentes. São vários os retratistas com grande habilidade em mostrar essas informações sobre os fotografados, em algumas imagens parece que temos uma biografia completa a nossa frente, em uma simples imagem. É difícil definir se todo o retratado está realmente ali, será que ele apresentou tudo o que tem? O retratado tem esse poder? E o fotógrafo, como consegue algo assim? Com certeza essa totalidade de características, intimidade, entrega, não pode ser conseguida com apenas uma fotografia, talvez nem com milhares delas. Somos seres complexos que escondem muitas coisas, ate de nós mesmo.

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    Talvez a melhor forma de retratar um pessoa não seja mostrando o seu rosto, que pode mentir um sorriso ou um choro, ódio e amor. Os objetos pessoais não mentem, eles pertencem a quem pertencem e retratam com fidelidade uma parte de seus donos. O melhor retrato de uma pessoa é o seu próprio quarto.

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    DuSantos

    Natural de Belo Horizonte e graduado em Biologia, desde criança sempre tive interesse em fotografia, influenciado por documentários/fotografias de vida selvagem e pelo trabalho de Sebastião Salgado. Desde 2009, quando voltei de Rondônia, onde morei por sete meses trabalhando com o resgate de fauna em uma hidreléctrica, me desliguei da biologia e me dedico exclusivamente a fotografia, como professor e fotógrafo. Do inicio do ano de 2012 ate hoje, tenho cada vez mais me afastado da fotografia comercial, para pesquisar e produzir trabalhos autorais. Esse ano comecei a estudar desenho com o intuito de conseguir pensar melhor na minha produção de cenas, elaborando croquis, alem de pretender entrar para a faculdade de arte.

  • Fotógrafo, quem é você? Com Daniel Magalhães.

    13.03.2015 - Autor: Marketing

    Hoje é dia de inaugurar uma série de entrevistas que vão aparecer aqui no blog da Escola!

    Apresentaremos um perfil completo, cheio de curiosidades de grandes fotógrafos, atuantes das mais diversas áreas da fotografia.

    Daniel é professor na Escola de Imagem e vai ministrar seu Workshop de Book Externo na Escola de Rio de Janeiro em março, confira mais informações sobre o curso AQUI.

     

    Tem outra ocupação ou se dedica 100% a fotografia? Qual? Me dedico 100% à fotografia e ao video.

    Qual área da fotografia você trabalha atualmente? Book, Ensaios, Retratos e Moda.

    Qual área da fotografia ou quais tipos de trabalho você não curte ou evita pegar? Gosto de fotografar pessoas, são os trabalhos na fotografia que sempre me atraíram e busquei desenvolver meu trabalho em torno disto. Não vejo outro área onde se tenha uma troca tão intensa e gratificante.

    Lucilene Caetano, musa do MMA. Foto: Daniel Magalhães.

    Como você descreve o seu trabalho? Me vejo como um contador de histórias acima de tudo. Quando penso em um ensaio, estou criando situações que envolvem pessoas em uma locação, com um tipo de iluminação, uma certa pose, maquiagem, roupas… É necessário orquestrar tudo isso em função de uma imagem que torne tudo convincente e harmônico. Realista ou ilusória, sua imagem é um convite às pessoas entrarem no universo que você sugeriu e se envolvam por ela por alguns momentos (ou mais). É como
    se fosse um “start” para a imaginação do espectador. Apresento uma situação que ele é convidado a completar com sua própria imaginação. Acredito que as imagens que gostamos nos intrigam de certa forma, pois elas dizem tudo e e nos deixam com várias interrogações ao mesmo tempo, por isso gosto muito de pintores surrealistas e de fotógrafos que os seguiram.

    Qual o seu computador atual? Configuração? Hoje, levo comigo um MacBook Pro e um monitor de 23″ com um calibrador iOne Display. Isso me permite trabalhar nas minhas fotos em qualquer lugar e não interromper o meu fluxo independente de onde estiver. Os meus trabalhos mais atuais ficam copiados em um HD menor que anda sempre comigo.

    Qual é o seu aparelho de telefone celular? Iphone.

    Além do seu celular, existe outro gadget que não consegue viver sem? Não.

    Qual seu equipamento fotográfico atual? Canon 5DIII e 5DII, lentes 24mm, 35mm, 50mm, 85mm, 100mm,
    135mm e 24-105mm. Luzes (muitas delas!rs) contínuas e flash.

    Você já usou ou ainda usa equipamento analógico? Já usei uma Pentax 67II de médio formato e uma Canon Elan 7NE
    no início da minha fotografia. Tenho planos de voltar a usar cameras analógicas, mas em meu trabalho pessoal, como uma forma de
    explorar novas texturas e outros acabamentos.

    Making of de um ensaio do fotógrafo.

    O que você tem a dizer a respeito da união: Fotografia + Tecnologia? Acredito que a tecnologia veio só a acrescentar. O nível de resultados e interpretações que se pode chegar hoje é ainda maior e isso aumentou o potencial criativo de muitos fotógrafos pois temos muitas ferramentas à mão. Qualquer um que se dedique à estudar as ferramentas de edição e manipulação e aos recursos e acessórios que temos para iluminar , transformar a iluminação, mudar a textura da imagem e acabamento perceberá que é quase proibitivo um fotógrafo se repetir hoje frente ao número de possibilidades que ele tem para buscar novos resultados sempre.

    Você usa o Instagram? Qual sua opinião a respeito? Gosto do Instagram, pra mim é mais uma ferramenta para divulgar meu trabalho. Não acredito que ele tenha feito algum “dano” à fotografia. Acho que cada coisa tem seu lugar e o Instagram é apenas um produto do nosso tempo, tão frágil quanto qualquer modismo. A fotografia é secular e é um outro universo que foi construído por dezenas de artistas e pessoas ao longo do tempo. Imagem é algo que sempre mecheu com as pessoas e acho que essas novas ferramentas são uma forma delas terem um tipo de contato com este universo.

    Ao olhar uma foto o que te chama mais atenção? Como você avalia uma boa foto? Uma fotografia ma chama atenção quando ela conta uma história com a qual quero me envolver. Pode ser simples. Pode ser sofisticada. Com muitas ou poucas luzes. Mas se todos os elementos foram orquestrados de forma sábia se torna algo com o qual quero me envolver.

     

    Foto: Daniel Magalhães

    Como você define seu estilo fotográfico e como podemos identificar em suas imagens este traço marcante? Existem dois elementos que são muito importantes na minha fotografia: cor e luz. Sempre. Acredito que estilo não á algo que você mesmo defina, mas sim que as pessoas um dia, unindo todo o seu trabalho, vão reconhecer em você. As suas imagens devem ter “voz própria”.

    Em sua carreira, qual foi o trabalho mais marcante que já fotografou? Cada trabalho tem seu lugar especial. Mesmo aqueles que fiz no início da minha fotografia me deram lições muito importantes. Acredito que evoluo a cada trabalho e gosto de sempre fazer uma revisão e detectar onde estou melhorando e tento quebrar as “muletas” saindo sempre da minha zona de conforto. O último trabalho que fiz, que mecheu muito comigo, foi um editorial em um circo, pois tive que iluminar um set grande em um tempo limitado e como estava sem assistente neste dia, tive que montar tudo sozinho, corrigir as iluminações e ainda produzir as imagens. Ainda posso destacar as fotos de uma apresentadora e jornalista que fiz no Rio. Tivemos duas horas ou menos para produzir todas as imagens.Viajei com a stylist Adriane Xavier, com quem fiz diversos trabalhos. Este ensaio saiu em mais de dez veículos. Foi uma semana muito especial, pois ainda ministrei mais uma edição do meu Workshop no Rio.

    O que mais de chateia durante seu trabalho fotografando ou editando? Acredito que meus melhores trabalhos contaram com uma equipe muito bem selecionada, seja por mim ou pela pessoa que me contratou. A fotografia de moda inclusive, é um trabalho de várias mãos e quando uma equipe está conectada os resultados saem naturalmente. Quando se tem alguém que não está na mesma
    sintonia, a experiência do trabalho pode ser muito cansativa.

    O que você não sai de casa sem e porque? Não gosto de sair de casa sem meu notebook. Ele já virou minha extensão!

    Qual software você utiliza para pós produção de suas imagens? Lightroom e Photoshop

    Como é seu estúdio? Hoje tenho uma sala onde atendo meus clientes e ela foi inicialmente projetada para três pessoas trabalharem nel, mas conforme meu fluxo foi se definindo, vi que a mobilidade e poder trabalhar em qualquer lugar seriam mais interessantes.

    Making of de um ensaio do fotógrafo.

    Quem são suas referências na fotografia? Desde que comecei a fotografar as “paixões” mudaram, mas continuo admirando vários fotógrafos. Entre fotógrafos mais antigos, o Guy Bourdin para mim é um referência maior. Ele inaugurou muito do que se vê hoje, trouxe elementos do Surrealismo para a sua fotografia e conseguiu um portfólio de imagens inéditas, intrigantes e surpreendentes. Dos atuais, gosto muito do Miles Aldridge pela intensidade das cores e iluminações complexas. Admiro também o Erwin Olaf, pois é um artista de imagens extremamente bem acabadas em termos de luz e tratamentos, com aspecto quase impecável. Vejo que existe muito material “lo-fi”, apostando na degradação da imagem para dar um aspecto “artístico” ou mascarar uma limitação técnica, então é empolgante ver pessoas produzindo imagens realmente únicas pelo nível de conhecimento e dedicação que demandam para produzí-las. Gosto também do Tim Walker por criar histórias tão surreais quanto impressionantes e da Elizaveta Porodina pelo uso intenso da cor e da luz.

     

    Foto: Daniel Magalhães

    Qual a sua visão em relação a fotografia em sua vida e ao destino  da fotografia no futuro? Quando algo é verdadeiramente sua paixão, ela se torna parte de você naturalmente; acaba ocupando toda a sua vida, mas consegue ser algo tão agradável que é difícil ver como um trabalho. Eu vejo a fotografia no futuro em um nível bastante elevado. Fica cada vez mais difícil criar imagens únicas em um momento onde todos estão produzindo imagens e com equipamentos muito semelhantes. O fotografo bem-sucedido do futuro, na minha opinião, é um profissional atualizado, que investe no seu conhecimento, na constante atualização e tem um negócio sólido. Haverá cada vez menos espaço para fotógrafos ocasionais e aventureiros.

    O que você gosta de ouvir nos seus momentos de folga? Escuto músicas de vários estilos. Desde as mais eruditas até as que estão tocando na radio. Acho que música é uma ponte para acessar a sua imaginação e às vezes ela precisa ser acessada por diferentes pontes.

    Você utiliza alguma ferramenta/software para gerenciar seu estúdio ou para agilizar sua vida no dia-a-dia? Estou implementando o 120mm no meu trabalho e no da El Cine.

    Como é sua rotina no dia-a-dia? Este ano tenho tentado “criar” uma rotina, pois é difícil se ter uma semana igual a outra quando se fotografa. Gosto de acordar sempre às sete e sair para correr ou nadar. O resto do dia sempre se formará de acordo com a necessidade daquela semana e a época do ano. A El Cine hoje, também tomas boa parte do meu tempo. Durante a semana, meu tempo livre acaba se ocupando da fotografia e do cinema. Pois gosto de ler livros relacionados à área, estudar

    Que livro você está lendo agora? Como ver um filme de Ana Maria Bahiana e Manual do Roteiro do Syd Field. O próximo é Photographing Shadow and Light: Inside the Dramatic Lighting Techniques and Creative Vision of Portrait Photographer do fotógrafo Joey L. que o escreveu quando tinha ainda 21 anos.

    Recomenda algum outro que já leu anteriormente? Recomendo muito “Hitchcock Truffaut Entrevistas”. Este é um livro de um cineasta ainda iniciante entrevistando outro cineasta mais consagrado, Hitchcock, mas é um livro sobre um grande contador de histórias, que soube dirigir a câmera como ninguém para criar os mais diversos tipos de sensações na platéia. É uma leitura valiosa para qualquer fotógrafo ou videomaker.

    Qual foi o último filme que você viu? Les Miserables

    Qual foi o melhor conselho que você já recebeu? Siga o seu coração.

    Que conselho você deixaria para quem está iniciando na carreira de fotógrafo? Hoje, vejo um grande número de pessoas entrando na fotografia e acho que isso não deve desencorajar ninguém , pois sempre haverá espaço para os realmente
    dedicados. No entanto, observo um muitas pessoas mais envolvidas pelo “ser fotógrafo” do que pela fotografia em si. É a grande pergunta que todo iniciante deve se fazer; “Vestir” uma câmera leva ninguém a lugar algum e a promessa de uma vida entusiasmante pode não se concretizar se não estiver realmente envolvido na fotografia.

    Fotografia para você é…? Tudo. (clichê, mas é verdade! rs)

    Gostaria de deixar mais algumas palavras para as pessoas? #coreluzsempre

    No vídeo abaixo você acompanha um pouquinho do trabalho do fotógrafo Daniel Magalhães!

    Ana Luiza Nepomuceno_Filme Book from Daniel Magalhães on Vimeo.

     

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