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  • Grandes Fotógrafos da História: Annie Leibovitz

    05/06/2017

    Continuando nossa série sobre os grandes fotógrafos da história, hoje vamos falar da rainha dos retratos: Annie Leibovitz. Nascida Anna-Lou Leibovitz, Annie traz em suas imagens uma intimidade muito grande com seus retratados, assim como Platon.

    Conheça agora um pouco mais da trajetória dessa grande fotógrafa!

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    O começo da carreira

    Nascida em outubro de 1949, nos Estados Unidos, Annie Leibovitz iniciou-se na fotografia ainda quando era adolescente, morando nas Filipinas com sua família. Como profissional, teve sua primeira experiência em uma das maiores revistas de todos os tempos: a Rolling Stone.

    Esse começo da carreira se deu em 1969, quando a publicação ainda era uma pequena revista de São Francisco, na Califórnia. Na época, Annie estava no terceiro ano de um curso para se tornar professora de arte, no Instituto de Artes de São Francisco.

    Como a Rolling Stone sempre teve suas publicações voltadas para o mercado da música, Annie foi a responsável por registrar momentos marcantes da cultura pop. Nas décadas de 70 e 80, retratou inúmeros músicos famosos, além de outras personalidades, como o presidente Richard Nixon e sua renúncia.

    Uma de suas fotografias mais famosas, o retrato do casal Yoko Ono e John Lennon, onde o Beatle aparece nu sobre sua companheira, ganhou destaque mundial e é, até hoje, reconhecida pelo público. Essa imagem, inclusive, foi feita horas antes da morte de John, tornando-se ainda mais icônica.

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    Os Rolling Stones

    Em 1975, ainda trabalhando para a Rolling Stone, Annie Leibovitz decidiu se arriscar e acompanhar uma das bandas mais famosas de todos os tempos e que estava no auge na época: The Rolling Stones.

    Inspirada no grandes Robert Frank e Henri Cartier-Bresson, Annie registrou momentos inéditos da banda, passando desde os grandes espetáculos nos palcos até as situações mais degradantes de Mick Jagger e Keith Richards.

    Os músicos eram considerados os “bad boys” do rock no momento e viviam em um mundo regado a muito álcool e drogas. Com esse trabalho, Annie se mostrou como uma das percursoras do fotojornalismo da Rolling Stone, onde trabalhou no auge dos movimentos de contracultura.

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    Vanity Fair

    Em 1983, Annie começou a trabalhar na revista de moda Vanity Fair, onde até hoje atua. Para a publicação, Annie fotografou uma diversidade de celebridades, de ídolos adolescentes do mundo pop a presidentes. Com um olhar característico, buscando não só retratar os personagens de suas imagens, mas também o ambiente onde vivem e trabalham, trazendo mais vida ainda para seus retratos.

    Em suas fotos, nada está ali por acaso. Cada elemento tem uma importância fundamental na linguagem de Leibovitz e é cuidadosamente pensado para representar também uma faceta de seus retratados. Isso pode ser muito bem observado, por exemplo, em seus retratos do casal Obama e da Família Real Britânica.

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    Leibovitz: referência

    Para muitos fotógrafos e críticos, Annie Leibovitz é um dos maiores exemplos de fotógrafa cuja vida pessoal se confunde com seus registros de trabalho. Em seu documentário Life Through a Lens, de 2006, Annie atesta isso muito bem, perguntando: “O que é a vida de um fotógrafo senão uma vida através das lentes? ”.

    Dona de um olhar singular e de uma grande capacidade de direção de cena e de pessoas, Annie Leibovitz continua produzindo imagens fortes e de muita representatividade. Sem dúvidas, é uma das maiores fotógrafas de todos os tempos.

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    Gostou do artigo? Não deixe de conferir também nosso post sobre um dos últimos fotógrafos premiados pelo Prêmio Pulitzer: E. Jason Wambsgangs.

  • Fotos do metrô de Nova Iorque mostram a cara da cidade há 40 anos atrás

    02/06/2017

    Quem vê a cidade de Nova Iorque como um lugar de forma geral seguro e organizado, pode se assustar com essa série que vamos postar.

    Violenta, perigosa e caótica são as formas que podemos definiar a NY dos anos 70 e início de 80. Uma cidade em permanente estado de alerta e entregue ao abandono. Os crimes assolavam a cidade, e um dos símbolos da cidade era também um de seus lugares mais perigosos: o metrô.

    Para quem tem alguma dúvida, o fotógrafo suíço Willy Spiller registrou a atmosfera sombria e ameaçadora dos trens que cruzavam o subsolo de Nova Iorque há cerca de 40 anos.

    O perigo era tanto, que no começo dos anos 80, dois mil policiais fazia, rondas pelas estações, procurando bandidos que colocavam trabalhadores em perigo.

    Há quem prefira a Nova Iorque dos anos 70. Apesar de ser uma das cidades modelo do mundo, moradores acreditam que atualmente as ruas nova iorquinas perderam a alma e sua aura.

    Apesar do perigo, a cidade de anos atrás tinha uma cara característica, que a apresentava para o mundo como algo único.

    Confira os registro de Willy:

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  • A foto Carlos Drummond que virou estátua

    01/06/2017

    Post retirado do blog Image Visions, do amigo e fotógrafo Fernando Rabelo. Neste post ele conta de uma conversa com o grande fotógrafo Rogério Reis, um dos maiores nomes da fotografia brasileira.

    Confira a foto e a história por trás dela:

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    “Eu pedi ao fotógrafo Rogério Reis que me falasse de sua célebre foto de Carlos Drummond de Andrade. Que virou estátua no Calçadão da Praia de Copacabana. “Como você ousa colocar um mineiro de costas para o mar? Com essa frase bem humorada, já que Minas não tem praia, o poeta Carlos Drummond de Andrade reagiu quando o posicionei para a foto no banco do Calçadão de Copacabana (1983). A foto foi publicada na revista Veja, comandada pelo Elio Gaspari, e seus editores nos orientavam a sempre que possível, sair das ‘quatro paredes’ para contextualizar e valorizar seus personagens.  A prática ficou conhecida como ‘retrato ambientado’ e o Rio, como cidade cenário, era quase sempre vitorioso nesse quesito. Para minha surpresa, quando o pano subiu na inauguração em 2002, vi que a escultura do mineiro Leo Santana era idêntica a foto, sendo que tridimensional. Mais do que isso, eu jamais poderia imaginar que um poeta tão reservado seria ícone popular de Copacabana, estátua mais visitada por cariocas e turistas depois do nosso Cristo Redentor. Viva o nosso poeta maior”, declarou Rogério Reis.”

  • Fotógrafo usa Iphone 6 para realizar fotos e o resultado fica incrível

    31/05/2017

    Aaron Browing acreditava estar diante de mais um dia normal na sua vida de fotógrafo. Um dia de sol iluminado, a modelo escolhida a dedo, a locação perfeita, o material revisado, tudo pronto.

    Na hora de começar a fotografar, a surpresa do dia. O equipamento de Aaron simplesmente parou de funcionar. Nada ligava, ou dava algum sinal de vida.

    Por algum tempo, o fotógrafo acreditou que estava com tudo perdido, mas após uma luz, e para não perder o dia de trabalho, Aaron decidiu improvisar. Ele utilizou um Iphone 6 para produzir as fotos e o resultado ficou incrível.

    Utilizando o aplicativo Camera+, ele conseguiu fazer suas fotos em RAW – que não comprime nem perde nenhum dado da imagem. Depois as fotos foram trabalhadas digitalmente no Lightroom, conseguindo assim aproveitar toda a luz e qualidade do trabalho.

    Apesar de ter feito este trabalho por acidente, Aaron afirma que vai continuar utilizando o aparelho para produzir outros ensaios.

    Isso mostra que não é o equipamento que faz o fotógrafo, e sim todo um processo de criação e produção.

    Confira as fotos do ensaio:

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  • O QUE A FOTOGRAFIA FEZ POR MIM? APROXIMAR FOTOGRAFIA

    30/05/2017

    Mais um post da série “O que a fotografia fez por mim?”. Vamos apresentar os trabalhos da Aproximar Fotografia, da querida Francielle Santos, que formou na Escola de Imagem, em Belo Horizonte. Confira um pouco da sua história abaixo!

    Como você começou na fotografa?

    Eu sempre tive vontade de trabalhar com algo relacionado a design, e na época (2012) eu já trabalhava com Licitação a 6 anos e cursava o quinto período de Direito. Como não estava satisfeita com meu trabalho fui procurar um novo curso para fazer, já decidida a largar o Direito. Descobri então, a fotografia 3através de um amigo que me sugeriu pesquisar mais sobre o assunto. Pesquisei um pouco e resolvi pegar a câmera compacta que tinha em casa para testar um pouco meu olhar, e foi quando eu vi que realmente algo poderia sair dali e descobrir que o design poderia ser uma de minhas inspirações.

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    Quando esse hobby virou profissão?

    Desde o começo eu já vi a fotografia como um negócio. Afinal a minha intenção era realmente trocar de profissão, trabalhar por conta própria e fazer algo que realmente fizesse meu coração vibrar!

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    Qual a importância da fotografia para você?

    Hoje a fotografia representa tudo na minha vida, ela me mudou completamente.

    Conheci e venho conhecendo pessoas incríveis e eu amo o quanto a fotografia de casamento mexe comigo. Eu trabalho com meu noivo, que por uma coincidência maravilhosa do destino, nós começamos praticamente juntos nesta área, e foi o que nos aproximou (daí vem o nome da nossa empresa: Aproximar).

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    Pessoalmente, o que a fotografia mudou na sua vida?

    Acho que a resposta anterior já fala um pouco disso, mas eu sinto que a fotografia me fez deixar levar mais pelas emoções, ela me despertou muito pra isso, totalmente o oposto de quando o meu trabalho era apenas burocrático. Ela me fez ser mais atenta as pessoas e suas histórias. Ela me trouxe qualidade de vida, amigos maravilhosos e um amor, e esse é meu melhor presente, trabalhar com o que amo e com quem eu amo.

     

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