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  • Vivian Maier e os autorretratos antes das selfies

    28/04/2017

    Vocês já ouviram falar de Vivian Maier? A fotógrafa que só chegou ao estrelado após a sua morte? Vamos contar um pouco da história dessa grande fotógrafa.

    Vivian Maier mudou-se para os Estados Unidos e trabalhou como babá por mais 40 anos. Durante todo este tempo, a fotógrafa percorreu as ruas de Nova Iorque registrando o cotidiano, com a sua Rolleiflex.

    Estima-se que Vivian tenha feito mais de 150 mil imagens ao longo de sua vida. A maior parte das fotos são de viagens da profissional pelo mundo. Afinal, o seu objetivo era registrar a sua visão de mundo, como mulher independente e liberal, no século XX.

    Quando estava mais idosa, e precisando de ajuda financeira, Vivian vendeu todos os seus negativos para um antiquário. Em 2007, John Mallof descobriu as fotografias e resolveu impulsionar a carreira de Vivian. Mesmo assim, ela seo foi ser reconhecida após a sua morte, em 2009.

    Hoje, há um grande acervo com as obras de Vivian Maier. Além de diversos ensaios espalhados pela internet. Como este abaixo, que a fotógrafa fez focando-se em autorretratos espelhados, em uma época que não se pensava em selfies.

    Acompanhe um pouco do trabalho da Vivian:

    Vivian Maier e os autorretratos antes das selfies

    Vivian Maier e os autorretratos antes das selfies

    Vivian Maier e os autorretratos antes das selfies

    Vivian Maier e os autorretratos antes das selfies

    Vivian Maier e os autorretratos antes das selfies

  • Conheça os vencedores do Pulitzer de Fotografia 2017

    27/04/2017

    O prêmio Pulitzer é uma iniciativa norte-americana que surgiu em 1917, criado por Josheph Pulitzer. Na época da sua criação, Joseph deu seu dinheiro para a Universidade de Colúmbia, em Nova Iorque, para que fosse criada a premiação.

    Desde então, os Prêmios Pulitzer são sempre anunciados em Abril. Atualmente são premiadas mais de 20 categorias, entre elas, duas ligadas a fotografia. Este anos os prêmios de melhor reportagem fotográfica e fotojornalismo, ficaram com E. Jason Wambsgans e Daniel Berehulak, respectivamente.

    Jason leva todo o prestígio da primeira categoria, e uma quantia de U$ 15.000 em dinheiro. O fotógrafo narrou a história de um garoto de 10 anos e sua mãe que tentam voltar a uma vida normal, após a criança sobreviver a um tiroteio em Chicago. A série foi toda clicada em preto e branco e revela com sutileza os aspectos mais sensíveis da vida depois do caos.

    Fotógrafo da famosa Chicago Tribune, Jason trabalhou cobrindo todos os tipos de notícias e reportagens, mas nos últimos quatro anos focou em registrar a violência e as armas nas ruas de Chicago.

    Confira o trabalho de Jason:

    Conheça os vencedores do Pulitzer de Fotografia 2017

    Conheça os vencedores do Pulitzer de Fotografia 2017

    Conheça os vencedores do Pulitzer de Fotografia 2017 Conheça os vencedores do Pulitzer de Fotografia 2017

    Daniel Berehulak é um grande conhecido do Prêmio, em 2015 o fotógrafo ganhou como melhor na mesma categoria. Desta vez o trabalho premiado retrata a briga do governo filipino contra o cartel das drogas no país.

    Através de suas lentes, Daniel registrou corpo estirados nas ruas da capital do país, e presos que vivem em situações deploráveis dentro das celas de diversas cadeias.

    Berehulak é especialista em fotojornalismo voltado para conflitos e desastres. Ele também já recebeu 5 prêmios da World Press Photo.

    Confira o trabalho de Daniel:

    Conheça os vencedores do Pulitzer de Fotografia 2017

    Conheça os vencedores do Pulitzer de Fotografia 2017

    Conheça os vencedores do Pulitzer de Fotografia 2017

    Conheça os vencedores do Pulitzer de Fotografia 2017

  • O QUE A FOTOGRAFIA FEZ POR MIM? ANA CATARINA TELES

    26/04/2017

    A série “O que a fotografia fez por mim?” Fez tanto sucesso, que resolvemos transforma-la em um projeto semanal. Sim, a partir de agora, toda semana teremos uma pequena entrevista com um aluno ou ex-aluno da Escola de Imagem. Legal né?

    Dessa vez a entrevista foi a Ana Catarina Teles, de 34 anos. A Ana é uma aluna muito especial, pois ela fez parte da primeira turma do Curso Completo no Rio de Janeiro. Vamos conhecer um pouco da Ana?

    Como você começou a fotografar?

    Ana: Minha relação com a fotografia começou em 2008, quando fiz meu primeiro curso básico, apenas pra melhorar minhas fotos de férias e viagens. Essa relação foi além e comecei a me interessar mais e mais pelo assunto ao longo do tempo. A verdade é que eu não sabia muito bem se poderia transformar esse hobby em algo rentável. Eu não sabia especificamente a área que gostava mesmo, só as que eu não gostava.

    O QUE A FOTOGRAFIA FEZ POR MIM? ANA CATARINA TELES

    O QUE A FOTOGRAFIA FEZ POR MIM? ANA CATARINA TELES

    Quando esse hobby virou profissão?

    A: Fiz faculdade de Educação Física e Jornalismo e, curiosamente, as duas áreas da fotografia que me encantavam era fotografia esportiva e fotojornalismo, documental. Em 2013, fiz dois cursos que me impulsionaram. Um foi um workshop de fotografia de surf com o Sebastian Rojas, referência no ramo no brasil e no mundo.

    Posteriormente, soube numa mesa de bar que a Escola de Imagem estaria abrindo sua filial no Rio. Me identifiquei demais com a fotografia do surf, porque consegui reunir três paixões em um só momento: esportes, fotografia e praia.

    Foi até engraçado, porque durante o workshop, eu estava com uma caixa estanque na mão, comecei a boiar e pensei: “é disso que eu preciso, é essa a fotografia que quero seguir”. Ainda assim, o que mais me motivou é porque por mais que eu fizesse vários módulos de fotografia, ainda não me sentia segura pra encher o peito e gritar aos quatro cantos que eu era fotógrafa.

    Faltava virar uma chave. O formato do Curso Completo me conquistou e achei que ali seria uma boa oportunidade e respaldo pra sentir essa segurança. Com a Escola pude definir minha linguagem, meu método de trabalho e quais os nichos e possibilidades dentro da fotografia de surf que eu poderia me inserir.

    O QUE A FOTOGRAFIA FEZ POR MIM? ANA CATARINA TELES

    O QUE A FOTOGRAFIA FEZ POR MIM? ANA CATARINA TELES

    Qual a importância da fotografia para você?

    A: Apesar de eu ser carioca, minha família inteira, sem exceção é de Minas Gerais, inclusive irmãos. Sempre achei curiosa essa relação das pessoas com o mar, principalmente para aqueles que não o tinham no dia-a-dia.

    Minha primeira exposição foi em Belo Horizonte, num bar havaiana, exatamente com o tema mar, chamada “Vias Submersas”. Ali entendi o valor que minha fotografia tinha. Por estar dentro do mar, longe da areia, eu presenciava momentos que nem todo mundo tinha acesso.

    Seja esse momento numa onda, numa manobra bem executada, na emoção do surfista, ou no universo paralelo que existe embaixo d´água. E é essa a história que eu gosto de contar: o que acontece lá dentro d´água que nem todo mundo vê, aquele milésimo de segundo que pode mudar a vida de uma pessoa, ou a liberdade que ela sente enquanto está em contato com a natureza.

    O QUE A FOTOGRAFIA FEZ POR MIM? ANA CATARINA TELES

    O QUE A FOTOGRAFIA FEZ POR MIM? ANA CATARINA TELES

    Pessoalmente, o que a fotografia mudou na sua vida?

    A: A fotografia me trouxe alguns grupos aos quais tive acesso, principalmente quando tive a oportunidade e descobri o surf adaptado, para pessoas com necessidades especiais.

    Um dos meus trabalhos mais significativos e de maior importância na minha vida, foi um curta-metragem envolvendo o surf adaptado, em parceria com o Thiago Theo, meu coordenador na época da Escola de Imagem.

    Fomos juntos ao Havaí para cobrir um atleta adaptado de 11 anos, o Davizinho. Lá, descobrimos juntos esse universo, a arma que tínhamos na mão com nossa fotografia e de trazer para o Brasil a experiência que estávamos vivendo ali.

    A fotografia como um elemento de inclusão, com um grito de atenção, um elemento de igualdade entre os seres humanos, juntamente com o surf, minha outra paixão.

    Pra quem tiver curiosidade, o vídeo que produzimos está no link: “Adapt Your Mind”.

    O QUE A FOTOGRAFIA FEZ POR MIM? ANA CATARINA TELES

    O QUE A FOTOGRAFIA FEZ POR MIM? ANA CATARINA TELES

  • 20 primeiras fotografias do mundo

    25/04/2017

    A fotografia é uma das maiores invenções do homem, em diversos aspectos. O poder de registrar imagens que vemos mudou o mundo de uma maneira que é complicado explicar.

    O mais importante da fotografia é que ela não foi inventada por apenas uma pessoa. A atividade tem diversos pais, entre inventores, pesquisadores, cientistas e artistas. Isso a torna linda, ver a união das pessoas para criar algo que mudaria nossa história.

    Nicéphore Niépce e Louis Daguerre são dois grandes nomes da criação desta arte que amamos. Os dois criaram os primeiros processos fotográficos de fato, e foram capazes de em minutos alcançarem resultados detalhados e fiéis. Em 1839 a humanidade passou a realmente ser capaz de fotografar de forma prática e relativamente fácil.

    Pensando na história da fotografia, separamos 20 imagens que ilustram o começo da fotografia mundial. É impossível afirmar que elas sejam realmente as primeiras fotos do seu tipo, mas acreditamos que são uma das pioneiras.

    Veja abaixo as relíquias:

    20 primeiras fotografias do mundo
    Primeira foto colorida do mundo, tirada pelo escocês James Clerk Maswell em 1861

     

    20 primeiras fotografias do mundo
    Primeira foto noturna de animais selvagens, tirada por George Shiras em 1906

     

    20 primeiras fotografias do mundo
    Primeira foto de Nova Iorque, tirada em 1848

     

    20 primeiras fotografias do mundo
    Primeira foto com pessoas, tirada em 1838

     

    20 primeiras fotografias do mundo
    Primeira foto da Terra tirada da Lua, em 1966

     

    20 primeiras fotografias do mundo
    Foto do primeiro porco a voar em um avião, em 1909

     

    20 primeiras fotografias do mundo
    John Quincy Adams, o primeiro presidente americano a ser fotografado, em 1843

     

    20 primeiras fotografias do mundo
    Foto da primeira tele objetiva do mundo, de 1900

     

    20 primeiras fotografias do mundo
    Primeira foto aérea, tirada em Boston de um balão de ar em 1860

     

    20 primeiras fotografias do mundo
    Primeira foto colorida de uma paisagem, tirada no sul da França por Louis Arthur Ducos du Hauron em 1877

     

    20 primeiras fotografias do mundo
    Primeira foto de um raio, tirada por William Jennings em 1882

     

    20 primeiras fotografias do mundo
    Primeira foto da Lua, tirada por John W. Draper em 1840

     

    20 primeiras fotografias do mundo
    Primeira foto tirada do espaço, em 1946

     

    20 primeiras fotografias do mundo
    Mais antigo retrato humano, tirado em 1839

     

    20 primeiras fotografias do mundo
    Primeiro foguete lançado do Cabo Canaveral, nos EUA, em 1950

     

    20 primeiras fotografias do mundo
    Primeira foto do sol, tirada por Louis Fizeau e Leon Foucault em 1845

     

    20 primeiras fotografias do mundo
    A mais antiga foto da Grande Esfinge, tirada em 1880

     

    20 primeiras fotografias do mundo
    A primeira foto oficial do mundo, tirada por Joseph Nicéphore Niépce, em 1826

     

    20 primeiras fotografias do mundo
    A mais antiga foto tirada nos EUA, na Philadelphia, por Joseph Saxton em 1839

     

    20 primeiras fotografias do mundo
    Hannah Stilley, nascida em 1746, a pessoa mais antiga a ser fotografada, em foto tirada em 1840
  • 15 coisas que não te contaram sobre ser um fotógrafo profissional

    24/04/2017

    Ser fotógrafo e viver disso parece ser o melhor dos mundos, não é mesmo? Passar a vida viajando e fotografando ou somente clicando nos fins de semana pode ser a impressão de muita gente sobre a profissão.

    Se você pensa assim, é melhor saber algumas coisas antes de decidir se tornar um fotógrafo profissional! Confira agora 15 fatos que não te contaram sobre a profissão.

    15 coisas que não te contaram sobre ser um fotógrafo profissional

    1 – Você vai passar muito tempo sozinho. Grande parte do seu tempo enquanto fotógrafo profissional irá se resumir a horas e horas editando e tratando fotos.

    2 – É assustador. Assim como qualquer carreira autônoma, na fotografia profissional você irá passar inevitavelmente por períodos de vacas magras. Quando se tem um negócio próprio, a responsabilidade aumenta muito.

    3 – Não tem glamour. Independente de qual área da fotografia você trabalhar, pode esquecer a impressão de glamour que a profissão aparenta ter. Fotógrafos de casamento, por exemplo, passam até mesmo 16 horas seguidas trabalhando.

    4 – Seu salário depende de você. Existem áreas na fotografia que pagam mais e outras que pagam menos. Mas boa parte da sua remuneração irá depender não apenas do seu talento em fotografar, mas principalmente da sua habilidade com vendas, gestão, marketing, entre outros.

    5 – Você irá trabalhar de graça. Principalmente no começo da carreira, é comum que fotógrafos façam alguns trabalhos não remunerados. E eles são importantes para o ganho de experiência e, principalmente, para a construção de um portfólio.

    6 – Bloqueios criativos. Ser fotógrafo demanda uma dose enorme de criatividade. E, assim como escritores, você irá passar por bloqueios criativos.

    15 coisas que não te contaram sobre ser um fotógrafo profissional

    7 – Você precisa ser várias outras coisas. Vendedor, administrador, gestor, contador, marqueteiro… Para ter um negócio próprio, não basta apenas saber fotografar. Você precisa conhecer diversas outras áreas.

    8 – Você passará muito tempo cuidando do seu portfólio. Em tempos de internet, boa parte dos seus clientes irá buscar saber sobre você na internet. E você precisa ter um bom material no seu site e redes sociais. Mantê-los atualizados demanda tempo e muito trabalho.

    9 – Menos fins de semana. Se você escolher a fotografia social e de eventos, coloque na sua cabeça que o final de semana é dedicado ao trabalho. Acostume-se com a ideia de ter seus momentos de lazer em dias úteis.

    10 – Você não irá “trabalhar quando quiser”. É um mito pensar que você irá trabalhar no seu próprio tempo. Apesar de ter mais flexibilidade, você deve ter um horário para reuniões, atendimento, entregas e edição de fotos.

    11 – Você precisa atender as necessidades do seu cliente. Diferentemente da fotografia autoral, quando se é um profissional da área e se comercializa o trabalho, antes de tudo você deve atender as expectativas de quem te contratou. Isso significa que nem sempre você irá fotografar apenas o que quiser.

    15 coisas que não te contaram sobre ser um fotógrafo profissional

    12 – Você precisará estudar muito. MUITO MESMO. Fotografar não é apenas apontar uma câmera e apertar um botão. Requer muito estudo e muito comprometimento. Prepare-se!

    13 – Networking. A base comercial de um fotógrafo profissional é pautada em muito networking. Seja com outros profissionais, seja com parceiros e até mesmo com clientes em potencial. Esteja aberto a conhecer muitas pessoas!

    14 – Você precisa pensar no futuro. Como autônomo, você não terá garantias trabalhistas. Por isso, ao gerenciar seu negócio, pense sempre no que irá ser da sua vida após parar de fotografar!

    15 – Só depende de você. Ser feliz fotografando profissionalmente é uma possibilidade real, mas que depende da sua persistência e vontade. É possível ter sucesso, mas apenas com muita dedicação e estudo!