Alienation: a face humana transformada em alguma outra coisa

2.September.2014
autor marketing

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Quanto mais se olha para a série da fotógrafa Sul Africana Anelia Loubser, mais ela nos atrai. Uma ideia simples – um close, de cabeça para baixo e em preto e branco da testa das pessoas – a imagem final encoraja você a mergulhar fundo em cada ruga e cada dita “imperfeição” dos retratos.

De acordo com Loubser a série foi inspirada por uma citação de Wayne Dyer:

“Se você mudar a forma que enxerga as coisas, as coisas vão parecer diferentes.”

Com uma composição criativa e uma excelente execução de uma ideia simples, ela consegue dar uma imagem para essas palavras:

O conceito nos lembra o exercício de desenhar de cabeça para baixo. A ideia por trás dessa abordagem é confundir o lado esquerdo do cérebro, fazendo com o que o  lado direito precise ser abstrato e enxergas as linhas por si só e não como um grupo pré-definido (nariz, olhos, sobrancelhas, etc).

Claro que alguns vão inevitavelmente tentar virar o pescoço ou as telas para rever os retratos de uma forma mais “normal”, mas torcemos para que você não façå isso. Como a fotógrafa diz “o trabalho é por um lado esteticamente estranho, mas por outro extremamente atrativo e misterioso.

(Via Photojojo)

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Alienation: a face humana transformada em alguma outra coisa

Como ficam os músicos antes e depois de suas performances!

28.August.2014
autor marketing

Brandon Andersen é músico e fotógrafo editorial. Ele desenvolveu uma série sobre como os músicos iniciam seus shows e como os terminam.

Confira o antes e depois dos “rock stars”!

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Como ficam os músicos antes e depois de suas performances!

Dois homens no topo do mundo

27.August.2014
autor marketing

Vitalyi Raskalov tem apenas 21 anos e, junto com o seu amigo Vadim Makhorov têm um hobbie perigoso. Os dois gostam de subir em altos edifícios só pelo prazer de tirar uma fotografia lá no alto. O divertimento chama-se “skywalking” e não é propriamente legal, mas as fotografias que geram dão uma perspectiva rara das cidades.

Recentemente têm andado por algumas cidades asiáticas (Hong Kong, Singapura e Xangai), mas os dois já estiveram no topo da Sagrada Família, em Barcelona, da Torre Eiffeil, em Paris e da Catedral de Nôtre Dame, também em Paris, por exemplo.

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Dois homens no topo do mundo

Retratos nada convencionais

25.August.2014
autor marketing

Chris Buck é um fotógrafo canadense conhecido por seus retratos de celebridades não convencionais.

Em 1990, Chris se mudou para Nova York começou a formar sua cartela de clientes, que iam de famosos de Hollywood até grandes marcas e publicações como Diesel, Xerox, Microsoft, Citibank, IBM, GQ, Esquire, ESPN e The Guardian Weekend Magazine e por aí vai.

“Presence” é uma de suas séries mais polêmicas. São 50 retratos em que as celebridades estão totalmente escondidas, e, portanto, não são visíveis nas fotografias.

Aqui você vê um pouquinho de seu trabalho:

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Via Ideafixa


 
Retratos nada convencionais

O homem que não saudou o nazismo

25.August.2014
autor marketing

Essa foto foi feita durante o lançamento de um navio do exército alemão em 1936, em uma cerimônia que contou com a presença do próprio Adolf Hitler. No destaque, um homem solitário permanece de braços cruzados enquanto centenas de homens e mulheres seguravam armas e fazia a saudação que demonstrava lealdade ao Partido Nazista e a seu líder.

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Todos os presentes estão mostrando seu apoio incondicional ao Fuhrer, mostrando o melhor “Seig Heil”, enquanto August Landmesser faz uma careta, permanece forte e desafiador, mostrando sua desaprovação ao Partido. O que faz essa foto única é o fato dela representar o protesto de um homem, na sua forma mais sincera e pura. No protesto de Landmesser começa com uma grande história de amor.

A história do anti-gesto de August Landmesser começa, ironicamente, com o Partido Nazista. Ele acreditava que ter as conexões certas o ajudaria a conseguir um emprego, e então ingressou no Partido em 1931. Mal sabia ele que seu coração logo arruinaria qualquer progresso em sua filiação política.

Em 1934, Landmesser conheceu Irma Eckler, uma mulher judia, e os dois se apaixonaram profundamente. O noivado aconteceu um ano depois e logo ele foi expulso do Partido além de ter seu casamento negado sob a lei racial de Nuremberg. Eles tiveram uma filha, Ingrid, em outubro do mesmo ano, e dois anos mais tarde, em 1937, a família fez uma tentativa fracassada de fugir para a Dinamarca, onde foram apreendidos na fronteira.

August foi preso e acusado de “desonrar a raça” sob a lei racial nazista. Ele argumentou que nem ele nem Irma sabiam que ela era totalmente judia, e assim foram absolvidos em 1938 por falta de provas, com a advertência de que uma reincidência resultaria em uma pena de prisão de vários anos.

O casal continuou seu relacionamento publicamente e um mês mais tarde Landmesser foi preso novamente, e condenado a trabalhos forçados por dois anos em um campo de concentração. Ele nunca mais veria sua esposa novamente.

Irma foi detida pela Gestapo na prisão Fuhlsbüttel, onde deu a luz à sua segunda filha, Irene. Seus filhos foram inicialmente levados para o orfanato da cidade. Ingrid mais tarde foi autorizada a viver com sua avó materna. Irene foi para a casa de pais adotivos em 1941. Mais tarde, após a morte de sua avó em 1953, Ingrid ficou com pais adotivos. Acredita-se que ela foi levada para um centro de eutanásia em fevereiro de 1942.

No curso da documentação pós-guerra, Irma foi declarada legalmente morta em 28 de abril de 1942. August foi libertado em 1941 e começou a trabalhar como capataz. Dois anos mais tarde, Landmesser seria convocado para a infantaria juntamente com milhares de outros homens. Ele estava indo para uma missão na Croácia, onde presume-se que ele morreu, seis meses antes Da Alemanha se render oficialmente. Seu corpo nunca foi encontrado.

Fonte: Ideafixa


 
O homem que não saudou o nazismo